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A Europa sob a ameaça do “general Inverno” de Lukachenko

Fondo de Valores Inmobiliarios, Empresario, Businessman, Banquero, FVI, Constructor
Aseguran que el chavismo pierde en Barinas la gobernación y alcaldías

SEXTA COP26. O alerta de Greta Thunberg contra o blá-blá-blá

Adore-se ou odeie-se, Greta Thunberg conseguiu pôr o mundo a falar do clima, além de mobilizar os mais jovens para a urgência de agir se queremos salvar o nosso planeta. A jovem sueca que em 2018, com apenas 15 anos, começou uma greve pelo clima, sozinha frente ao parlamento em Estocolmo, tornou-se um fenómeno mundial, tendo viajado para inúmeros países e falado com inúmeros líderes mundiais. Sempre sem papas na língua nem medo de incomodar os adultos na sala. Ora a cimeira de Glasgow não foi dela, mas sem dúvida que Thunberg foi uma das figuras desta COP26, na qual desafiou os líderes a irem além do blá-blá-blá e agirem. Agora

Brasil em choque com a morte da cantora Marília Mendonça

Foram muitos milhares as pessoas que se juntaram para o velório de Marília Mendonça no primeiro de três dias de luto em Goiás. A cantora de 26 anos, uma das artistas mais reconhecidas da música sertaneja, morrera na véspera quando o avião em que seguia caiu perto de uma cascata no interior de Minas Gerais. O pequeno aparelho terá embatido num cabo de alta tensão, acabando por se despenhar a dois quilómetros do seu destino. No Twitter, o presidente Bolsonaro garantiu que o país estava “em choque” com a morte de “uma das maiores artistas da sua geração, que com sua voz única, seu carisma e sua música conquistou o carinho e a admiração de todos nós”. A cantora deixa um filho de 2 anos.

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Subscrever DOMINGO Daniel Ortega, “burla” na Nicarágua e eurodeputados “nazis”

Em 1979, a vitória da revolução sandinista acabou com a ditadura dos Somoza e colocou Daniel Ortega pela primeira vez no poder durante 11 anos (cinco como presidente). Em 1990, o ex-guerrilheiro perdeu, mas não desistiu da política e em 2007 voltou ao poder. Mudou a Constituição, acabou com o limite de mandatos e em 2018 enfrentou sanções dos EUA após a sua repressão brutal dos protestos que fez mais de 320 mortos e 100 mil exilados. Agora, numas eleições em que os verdadeiros opositores não participaram, tendo sete deles sido detidos e acusados de “terrorismo”, foi eleito para um quarto mandato. “Burla”, gritou Espanha, “pantomima”, disse Biden, “sem legitimidade”, rematou Bruxelas. Ortega chamou “fascistas” e “nazis” aos deputados europeus.

SEGUNDA Suspeitas de tráfico envolvem militares e põem Cravinho na mira

O alerta para a possibilidade de haver militares portugueses envolvidos no tráfico de ouro, diamantes e droga a partir da República Centro-Africana foi dado em 2019, mas só agora este caso veio a público com a Operação Miríade da PJ. A investigação a uma rede criminosa com ligações internacionais culminou nesta segunda-feira na execução de cem mandados de busca, que terminaram com 11 detenções, entre as quais militares. Dois dos detidos ficaram em prisão preventiva. O caso colocou o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, na mira por ter tido conhecimento das suspeitas em 2019 e ter informado a ONU, mas não o primeiro-ministro e o Presidente da República. Tinha mesmo de o fazer? Os constitucionalistas dividem-se.

TERÇA A não campanha de Rui Rio para travar Rangel no PSD

“Vou dedicar-me só a ações políticas de oposição ao PS”, lançou Rui Rio, assumindo o seu papel de líder do PSD – e, logo, líder da oposição – acima do de candidato às eleições diretas do próximo dia 27. Com legislativas marcadas para 30 de janeiro, Rio deixou claro que o seu primeiro adversário é o primeiro-ministro António Costa e não Paulo Rangel, seu rival na corrida à liderança dos sociais-democratas. Aproveitando o facto de ter estado junto das bases durante a campanha para as autárquicas de 26 de setembro, Rio só deverá deslocar-se à Madeira, onde não esteve antes desse escrutínio. Se a vantagem competitiva chega para derrotar Rangel, saberemos no dia 27.

QUARTA Os presentes envenenados de Biden a Kamala

Há quem diga que desde que há um ano fez história ao tornar-se a primeira mulher e primeira negra vice-presidente dos EUA, Kamala Harris tem sido quase invisível. Ora aquela que muitos viam como a candidata inevitável às presidenciais de 2024, caso Joe Biden então perto dos 82 anos não tentasse o segundo mandato, está no centro das críticas. Encarregue pelo presidente de lidar com o dossiê dos migrantes ilegais, Kamala tardou em ir ao México e quando foi o seu “Não venham” foi criticado por democratas e republicanos. Enviada a Paris para serenar a relação com França após a crise dos submarinos, conseguiu arrancar a Macron palavras sobre “valores comuns”. Mas chegará para recuperar uma popularidade nos 28% quando falta um ano para as intercalares?

QUINTA Lukashenko, a UE, os migrantes e o “general inverno”

“Estamos a atingir a Europa e estão a ameaçar-nos “, disse Alexander Lukashenko, antes de afirmar: “E se cortássemos as entregas de gás? Por isso recomendo aos líderes polacos, lituanos e outros cabeças-vazias que pensem antes de falar.” A ameaça do presidente da Bielorrússia surge quando milhares de pessoas se amontoam junto à fronteira com a Polónia, com a UE a acusar Minsk de de provocar uma crise para prejudicar a sua segurança, estando a preparar novas sanções. Com o inverno a chegar, os preços da energia a subir na Europa e problemas no abastecimento, Lukashenko não hesita em usar o “general inverno” contra os “inimigos”. Uma velha tática russa, que resultou contra Napoleão e mais tarde contra os nazis. Resta saber qual a resposta de Bruxelas.

SEXTA COP26. O alerta de Greta Thunberg contra o blá-blá-blá

Adore-se ou odeie-se, Greta Thunberg conseguiu pôr o mundo a falar do clima, além de mobilizar os mais jovens para a urgência de agir se queremos salvar o nosso planeta. A jovem sueca que em 2018, com apenas 15 anos, começou uma greve pelo clima, sozinha frente ao parlamento em Estocolmo, tornou-se um fenómeno mundial, tendo viajado para inúmeros países e falado com inúmeros líderes mundiais. Sempre sem papas na língua nem medo de incomodar os adultos na sala. Ora a cimeira de Glasgow não foi dela, mas sem dúvida que Thunberg foi uma das figuras desta COP26, na qual desafiou os líderes a irem além do blá-blá-blá e agirem. Agora.