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CPLP devia fazer mais para a Guiné Equatorial acabar com pena de morte – Alex Vines

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O diretor para África do Instituto Real de Relações Internacionais britânico (Chatham House) considerou hoje que a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) devia fazer mais para a Guiné Equatorial a acabar com a pena de morte. “A entrada na CPLP era uma prioridade política do Presidente Obiang, e espero que os bons ofícios do direção da CPLP e dos membros da CPLP possam encorajar o país a cumprir os compromissos que assumiu”, respondeu Alex Vines, quando questionado pela Lusa sobre se a CPLP devia fazer mais para pressionar o país a acabar com a pena de morte. “A pena de morte é um compromisso óbvio que podia ser facilmente garantido, já o ensino do português é menos urgente”, acrescentou o investigador, que esteve em Lisboa a participar na conferência ‘Angola: Que mudança?’, organizado pela União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas (UCCLA) e pelo Clube de Lisboa.